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  "ora_anoReferencia": 2025,
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        "a": "O gerenciamento do Risco Operacional no DB Brasil está inserido em uma Estrutura de Gerenciamento Contínuo e Integrado de Riscos, que visa fornecer linhas claras de responsabilidade para monitorar os principais riscos inerentes às atividades das linhas de negócios. A estrutura de gerenciamento de riscos do DB Brasil está fundamentada em 3 principais políticas internas voltadas para diferentes frentes de riscos operacionais, sendo elas: Política de Gerenciamento do Risco Operacional ;Política de Resiliência Operacional; Política de Gestão de Produtos. A estratégia para seu gerenciamento é baseada em restrições autoimpostas que definem o nível de risco que o DB Brasil está disposto a assumir na condução de suas atividades de negócio, formalizadas na Declaração de Apetite por Riscos, que é revisada anualmente.",
		"b": "A arquitetura organizacional do DB Brasil para a gestão e o controle do risco operacional é projetada com objetivo de ser proporcional à complexidade de suas operações e ao seu perfil de risco, garantindo uma clara delimitação de responsabilidades. Essa estrutura se apoia em um robusto sistema de governança por comitês e no modelo consagrado de três linhas de defesa: Comitê da Diretoria Executiva (BoD); Comitê de Supervisão de Capital e Riscos (CROC); Comissão de Produtos; Comitê de Auditoria. Estrutura Funcional das Linhas de Defesa: O modelo operacional para o controle do risco está claramente dividido para assegurar aderência e eficácia: Primeira Linha de Defesa (1LoD): Representada pelas áreas de negócio e de operações, que são as executoras das atividades diárias. Elas possuem a responsabilidade primária de operar dentro dos limites e diretrizes de risco definidos, bem como de comunicar quaisquer anomalias. Segunda Linha de Defesa (2LoD): É constituída pelas áreas de controle, como Gerenciamento de Risco (incluindo a equipe de Risco Operacional - ORM) e Compliance. Esta linha define as políticas, monitora a aderência, estabelece os parâmetros de controle e colabora com a primeira linha para mitigar riscos. Terceira Linha de Defesa (3LoD): Composta pela Auditoria Interna, que atua de forma independente para realizar avaliações objetivas sobre a adequação e a eficácia de todo o sistema de gerenciamento de riscos e controles internos da instituição.",
		"c": "Para a mensuração do risco operacional, o DB Brasil emprega uma abordagem processual contínua, suportada por sistemas específicos e rotinas de avaliação bem definidas, que permitem uma gestão proativa dos riscos. Principais Tecnologias e Sistemas de Suporte: EMApp: É a ferramenta do Grupo DB para identificação e registro de eventos operacionais; GFMS: Sistema dedicado para monitoramento do progresso dos gaps operacionais (“Findings”), suas ações corretivas e de adequação regulatória, garantindo que as medidas necessárias sejam implementadas pelas áreas de negócio e infraestrutura; BCS: Sistema utilizado para exercício de autoavaliação e mensuração de riscos e controles; eBCM: Sistema dedicado para formalização, teste e atualização contínua dos planos de recuperação de desastre.",
		"d": "Os relatórios gerenciais de risco operacional têm como objetivo subsidiar o Comitê de Supervisão de Capital e Riscos (CROC) e o Comitê da Diretoria Executiva (BoD) no acompanhamento do perfil de risco operacional da instituição, assegurando adequada supervisão, tomada de decisão e aderência ao apetite por risco. O CROC recebe relatórios mensais consolidados contendo: (i) os principais riscos operacionais e o perfil de risco operacional, com base nos resultados do Risk and Control Self-Assessment (RCSA); (ii) o histórico de perdas operacionais, incluindo perdas, ganhos e quase perdas relevantes; e (iii) informações sobre eventos de risco operacional, independentemente de terem gerado impacto financeiro. Adicionalmente, são reportados ao CROC, conforme aplicável, relatórios específicos sobre testes de estresse de risco operacional, continuidade de negócios e perdas ou ganhos operacionais relevantes, sempre que tais temas sejam considerados materiais para o monitoramento do risco.",
		"e": "Formação Contínua: Programas de treinamento regulares são oferecidos a todos os colaboradores, em uma parceria entre as áreas de Gerenciamento de Riscos e Recursos Humanos. O conteúdo abrange desde as políticas internas até novas regulamentações e melhores práticas de mercado, garantindo que a equipe esteja sempre atualizada.".
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